"Tiraram uma vida sem justificativa", contestam familiares em velório de Gisele Távora Gisele foi atingida por disparos no tórax após uma perseguição policial na Cidade dos Funcionários na noite de segunda-feira (11)

13/06/2018 - 10h37
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Durante o velório de Gisele Távora de Araújo, que foi realizado nesta terça-feira (12), em uma funerária no Dionísio Torres, familiares contestaram a versão da Polícia. Clara Távora, tia da vítima, afirma que a estudante de administração acreditava se tratar de um assalto, mas que não tentou fugir do local. 
 
Segundo Clara, quando Gisele parou o carro, os policiais abordaram ela e a filha, que também estava no veículo, mandando elas saírem. Gisele já tinha sido baleada e a adolescente pediu para socorrer a mãe, mas eles a mandaram ficar quieta. “Não tem explicação. Tiraram uma vida sem justificativa", afirma Clara. 
 
Gisele foi atingida por disparos no tórax após uma perseguição policial na Cidade dos Funcionários na noite de segunda-feira (11). Ela foi levada para o Instituto Dr. José Frota (IJF), mas não resistiu. 
 
André Costa, secretário de Segurança Pública, afirmou que a recomendação padrão é que o policial não atire durante perseguição policial, só se existir ameaça a vida de alguém. A Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública está investigando o caso. 

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