Carioca suspeita da morte de Gaia teria um relacionamento com a italiana

06/01/2015 - 09h25 - Redação Web - TV Diário
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O corpo da turista italiana Gaia Molinari, encontrada morta no dia 25 de dezembro, em Jericoacoara, continua sem previsão para retornar à Itália
 
A responsável pelo caso, a delegada Patrícia Bezerra, informou que as investigações continuam e descarta as hipóteses de latrocínio e estupro. A carioca Miriam França, apontada como principal suspeita, está presa preventivamente na Delegacia de Capturas
 
A delegada, em entrevista na tarde dessa segunda-feira (05), também esclareceu que em nenhum momento negou uma ligação de Miriam França para a mãe, no Rio de Janeiro, como havia denunciado a mãe da carioca.
 
"Eu estava com o telefone celular dela apreendido e ela pediu para verificar dois números na agenda. Um era deum amigo, chamado Hebert e o outro é o da orientadora dela do doutorado, Maria Amélia. Ela não quis telefonar para a mãe e a Polícia Judiciária não tem gerência de pra quem a presa vai telefonar ou não, explica Patrícia Bezerra. 
 
Relacionamento homoafetivo
 
O repórter Victor Hannover entrevistou, com exclusividade, o uruguaio Rodrigo Sanz, preso logo após a morte de Gaia Molinari, em Jericoacoara. Ele foi solto por falta de provas e agora está no Uruguai, de onde estabeleceu contato pela internet.
 
Ele afirmou que não sabe o que aconteceu no dia do crime e revela uma suspeita da polícia: a italiana Gaia Molinari e a carioca Miriam França poderiam ter um caso homoafetivo.
 
A conversa foi estabelecida pela internet, através de um programa de conversação. Direto do Paraguai, Rodrigo Sanz demonstrou tranquilidade e revelou pontos importantes do caso.
 
Logo após a prisão dele e de sua noiva, Rodrigo disse que peritos recolheram saliva e unhas para analisar através de um exame de DNA. Como não existiam provas contundentes contra ele, a polícia decidiu soltá-lo. 
 
Um ponto que chama a atenção é quando o uruguaio revela uma suspeita dos policiais que investigam o caso: Gaia Molinari e Miriam França, principal suspeita do crime, seriam amantes.
 
Segundo Rodrigo Sanz, no celular de Gaia havia duas mensagens enviadas pela noiva dele e que, por isso, a polícia chegou a desconfiar da existência de um triângulo amoroso entre elas. Neste caso, teria sido informado que a companheira dele poderia ser a pivô de um desentendimento entre Gaia e Miriam.

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