Sem poder andar e com a mulher grávida, motoboy atropelado pede ajuda Segundo ele, a causadora do acidente o ajudou inicialmente, mas depois sumiu

11/08/2017 - 18h55
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O motoboy Augusto Soares de Arruda foi atropelado a caminho do trabalho e não tem mais como sustentar a casa, a esposa grávida e o próprio tratamento. Ele passou por cirurgia e está acamado.
 
Augusto era quem mantinha o sustento da família e passa por necessidades. Segundo ele, a causadora do acidente, identificada como Maria Cecília, pagou o conserto da moto e deu uma ajuda de R$100, o que não seria suficiente. "Ela disse que a gente não se preocupasse que ela ia dar toda a ajuda, mas não deu. Ela só consertou a moto e deu R$100, mas esse dinheiro só deu pra pagar as passagens e alimento".
 
Ele mora em Messejana, onde o acidente aconteceu, e conta que a mulher avançou a preferencial e foi responsável pelo atropelamento. "Foi ali atrás da Igreja da Messejana. Eu ia para o trabalho 7h30 da manhã, na mão correta, a 40km/h, quando me deparei com uma senhora na minha frente e pensei que ela ia parar o carro. Quando ela me viu, ela acelerou avexada para poder passar", relatou.
 
Augusto conta que a mulher foi solícita no momento e o levou ao hospital para realizar os procedimentos, mas sumiu depois que ele foi atendido. "Ela se escondeu, não deu mais as caras, a gente liga, ela diz que não tem nada a ver, que a gente tem que se virar. Que o que ela tinha que fazer ela já fez".
 
A vítima disse ainda que sua lesão foi muito grave e tem que passar pelo menos 30 dias sem botar as pernas no chão. "O médico deu a notícia que eu ia precisar me operar, que quebrou as duas tíbias e eu tinha fraturado o fêmur e o joelho"
 
Agora, sem fonte de renda, ele pede ajuda. "Aqui em casa a coluna era eu. Minha mulher grávida de 4 meses vai fazer o que? O que as pessoas puderem me ajudar, financeiro, remédio, limpeza, locomoção", clamou.
 
Cristiane Arruda, a esposa, conta que perdeu o pai recentemente e a notícia do acidente piorou toda a situação. "Eu estava com depressão, e ele estava cuidando de mim. E aí veio essa notícia com menos de um mês da morte do meu pai, foi outro baque", afirmou.
 
Para ajudar:
(85) 988600673 / 989047009

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