Voto útil cresce e eleitores definem candidato para impedir adversário, aponta pesquisa O termo retrata a escolha por um postulante que está com expressiva intenção de votos nas pesquisas em detrimento do candidato de sua preferência

01/10/2018 - 11h39
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A polarização da eleição 2018 criou um grupo considerável de brasileiros que devem optar pelo voto útil no pleito do próximo domingo (7). O termo retrata a escolha por um postulante que está com expressiva intenção de votos nas pesquisas em detrimento do candidato de sua preferência. 
 
A modalidade é definida também como forma de impedir o candidato adversário. "O exercício da democracia exige que você tenha um candidato que lhe represente. Se o candidato que lhe representa está com uma representação pequena de votos, será que o vot útil deve ser de fato concebível? A gente deve abrir mão do nosso candidato, que nós acreditamos, para votarmos no menos pior?", questiona o presidente da Comissão de Combate à Corrupção da OAB-CE, Rafael Albuquerque. 
 
Segundo a pesquisa Ibope divulgada recentemente, os eleitores propensos a optar pelo voto útil está definido da seguinte forma:
 
- Muito alta, 14%; 
- Alta, 14%; 
- Média, 18%; 
- Baixa, 21% 
- Muito baixa, 27%; 
- Não souberam ou não responderam, 6%.

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