"Meus filhos eram minha vida", diz subtenente 1 ano depois do assassinato do filho

11/11/2015 - 21h15 - Redação Web - TV Diário
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Há um ano, no dia 11 de novembro de 2014, a Polícia recebia um chamado desesperado de uma mulher que afirmava que o marido a havia espancado, envenenado o filho do casal, e, em seguida, tentado o suicídio com o mesmo veneno. O subtenente do Exército Brasileiro, Francileudo Bezerra Severino, foi internado em estado de coma e preso em flagrante pelo assassinato do filho, Lewdo Ricardo Coelho Severino, o 'Lewdinho'.
 
Cristiane Renata Coelho Severino, mulher de Francileudo, acusou o marido de tentar dopá-la, agredí-la e envenenar o filho. Após dias desacordado, no entanto, o subtenente recobrou a consciência e rebateu as acusações.
 
A investigação policial apurou que Cristiane teria usado o computador para pesquisar sobre envenenamento e restos da substância utilizada no ralo do apartamento. Além disso, foi constatada uma intoxicação na mamadeira com sorvete ingerida pelo garoto.
 
A polícia, então, chegou à conclusão que Francileudo é inocente, e a responsável pela morte de "Lewdinho" seria a mãe.
 
O militar conseguiu a guarda do filho mais novo do casal, Lucas, e afirma não perdoar a mulher. "Metade de mim foi embora. Meus dois filhos eram a minha vida", diz o subtenente. Ele diz que espera justiça.
 
Cristiane está presa no Instituno Penal Feminino Desembargadora Auri Moura Costa, em Aquiraz, e aguarda julgamento. Ela deve ir a júri popular por homicídio triplamente qualificado contra o filho e pela tentativa de homicídio contra o ex-marido.
 
O advogado da acusada recorreu à decisão do julgamento e a resposta da Justiça só deve sair no início de 2016.

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